queridas, blogs feministas novos na blogosfera. informação para a destruição do patriarcado: UHU!
estou começando um novo blog, ele chama parler femme e tem a ver com uma promessa de começo de ano (hahahahaha - patética, eeeeeeeeeuuuuuu?) de exercitar mais minha escrita feministra. por enquanto o blog tem o subtítulo de 'fofoca é coisa de mulherzinha' e um texto explicando porque eu acho que a gente deve positivar essa palavra.
outro blog que queria divulgar é o levi-stress, um blog muito fera feito pela jully e pela jéssika do coletivo v.u.l.v.a e que também fazem o fanzine de mesmo nome. esse nome é muito foda porque brinca com aquela velha e manjada afirmação do levi-strauss que é a troca de mulheres entre grupos familiares que funda a 'civilização' como a conhecemos.... pffffff! o levi-stress é um blog sobre música e feminismo. já tem algumas postagens marotas lá. dá uma olhada!
vamo lá mulherada, dominando a tecnologia e ocupando o cyber espaço! (piadas internas comandam)
há alguns dias me deparei com essa postagem do skafunkrastapunk sobre o f-minus, e ai resolvi remeter. trata-se do lp 'wake up screaming' lançado em 2003.
a banda foi formada em 1997 faz um hardcore que flerta com o crust, aparentemente inspirado no nausea com seus vocais revesados masculino/feminino; a maioria das letras é bem niilista como manda o figurino de bandas nesse estilo. uma de suas letras, entretanto é dedicada a questionar a obsessão com a nossa aparência que somos ensinadas a ter e que respode e cria uma demanda de mercado (de fato, nossos medos e inseguranças são fomentados por uma indústria que quer lucrar em cima desse sofrimento e baixa auto-estima), trata-se de cosmetic.
nas palavras da feminista Louise H. Forsyth no seu artigo Pela reapropriação do corpo das mulheres e das meninas, ainda sob o olhar dos outros na cultura popular das sociedades patriarcais traduzido e publicado na revista labrys: "Essa imagem ideal, idealizada, e inacessível para todas as mulheres – qualquer que seja sua idade, a esbelteza de sua cintura, a elegância de seus cabelos, o tônus da sua pele – tende a criar em todas as mulheres um sentimento de insuficiência, de culpabilidade, e de vergonha de seu corpo e de si mesma. Este sentimento de se sentir mal em sua pele torna difícil a ação eficaz e autônoma; encoraja uma competitividade malsã entre mulheres; representa como ilegítimas a solidariedade feminina e as reivindicações feministas. (...) Eu diria, inclusive, que o mito da beleza reforça outros mitos perigosos, como aquele do embranquecimento e da heteronormatividade. Aquelas, cuja aparência não correspondem aos estereótipos assimilados não conseguem encontrar o reflexo de sua identidade nas representações da realidade na vida quotidana. Os reflexos da rica diversidade humana são ocultados, negados, remetidos a uma invisibilidade que despertam nos indivíduos sentimentos de insuficiência, de vergonha, de culpabilidade, e de medo."
fechando esse parêntese e voltando pro f-minus, dando uma googlada básica achei outros albuns da banda. na punkoteca você acha o lp suburban blight pra baixar e no whiskey fit você acha o f-minus st lp.
discografia de Albums/EP's com os links para os blogs para download:
* Voice of Treason Cassette (Self Released, 1996) * Failed Society 7" (Hellcat, 1997) * Won't Bleed Me 7" (Pelado, 1997) * Failed Society / Won't Bleed Me Cassette (Self Released, 1997) * Self Titled LP/CD (Hellcat, 1999) * Suburban Blight LP/CD (Hellcat, 2001) * Split With Crack Rock Steady 7 - Baby Jesus Sliced Up In The Manger 10" (Knife or Death, 2001) * Wake Up Screaming LP/CD (Hellcat, 2003) * Sweating Blood 7" (Bridge 9, 2003) * Won't Bleed Me / Failed Society CD (Alternative Tentacles, 2005)
[pra quem tiver afim, no blog skafunkrastaunk rola uma categoria riot grrl, que você pode baixar bandas como bratmobile, lunachicks, etc, veja aqui!]
mais informação sobre a indústria da beleza e como isso fode nossas vidas você encontra em: dois textos no carnissa #2 {a norma e a fuga + feminismos>>> violentando nosso corpos} uma porção de textos sobre cabelo e racismo aqui! outro texto fera sobre padrões de beleza e racismo aqui! mito da beleza: como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres- livro de naomi wolf aqui! o texto de Louise H. Forsyth citado acima aqui!
essa banda anarco-punk, formada em 1999, vem do arizona. e tráz uma sonoridade bem peculiar, com algumas músicas em estilos bem diferentes, do crust ao skazinho safado; o vocal da shelly dá conta do recado, canta ok e berra beeeem legal. elxs falam das influências no som delxs da seguinte forma no delxspace: "Peacepunk, anarcho punk, metal, todo tipo de coisa - mas nenhuma banda ou estilo em particular"
a formação é: guitarra & vocais - ben drums - nick bass & vocais - eric vocais - shelly
veja uma resenha do segundo lançamento da banda aqui!
coloco os links pra baixar uma parte da discografia delxs:
aos poucos vou voltando das férias que me dei desse blog. aos poucos, queridas.
como era de se esperar, várias coisas ficaram de molho no último semestre. soror foi só uma delas. também não é por acaso. foi meu último semestre no mestrado, estava concluindo a monografia, afinando minha escrita pra apresentação final e participando como professora convidada na disciplina marotíssima feminismos e teoria queer oferecida pelo nedig (o núcleo de diversidade sexual e de gênero) do ceam/unb. teve também o kk e junho foi, então, caótico: monografia, correção de trabalhos, preparação/articulação do kk.
normal que soror ficasse as moscas. mas sem querer morrer. ou se morreu, vira zumbi e volta. né não? zumbi é mais devagar, né? as postagens devem ser lentas. ainda mais que esse semestre a matéria será re-editada. com outras leituras. tô de novo no esquema de professora convidada (ou seja, sem vínculo formal, sem receber nem nada kkkkkk). já temos 40 pessoas inscritas, tô ansiosa.
esse post é mais pra divulgar a nova morada co corpuscrisis: http://www.corpuscrisis.net/ e aproveitar pra divulgar coisas bacanas, como a maravilhosa coluna da tate na página (bem meia boca) da parada lésbica: cotidiana! e a bloga da michelli, dedicada a ecofeminismo e ecoqueer. muito feraaaaaa: natureza torta!
(clique na foto para aumentar e visualizar a programation melhor)
no primeiro dia: piquenique, traga seus quitutes (de preferência, veganos) nos outros dias vai rolar um rango, oficina de avental radical pra preparar a comida coletivamente
ei, tem um blog novo na blogosfera. é o distrito vegetal. é como se fosse um guia vegano de brasília e também será um veículo de divulgação de textos e receitinhas gostosas. iniciativa do pedro poney. http://distritovegetal.wordpress.com/
achei o vídeo pra essa música no youtube; um dos comentários sugere que a tradução da letra da música para o inglês seja:
It's raining Wet, Waste streets. Rain. Walking. People round me. I can't see. Can't hear. Can't feel. People around me. I'm scared Trying to run Trying to get away But I can't move Blood People around me
queridas, eu fico muiiiiito feliz de ver que tem gente linda produzindo zines igualmente fodásticos em papel recebi um email das meninas do zine histérica e estou repassando a divulgação aqui.
Três mocinhas ocupadas, orgulhosamente apresentam:
Histérica
fanzine juvenil para moças educadas! (punk rock não é só pro seu namorado)
As três mocinhas produziram juntas um fanzine, 22 páginas xerocadas que trazem entrevistas (acredita, menina) com Dominatrix e Allison Wolfe (aquela mesma, a do Bratmobile) e textos. Elas se deram ao luxo de pensar que o que fazem e vivem tem relevância, experiências pessoais, acadêmicas, que de alguma forma foram mais marcantes que outras. A relação entre a música de PJ Harvey e a fala de Simone de Beauvoir, o estereótipo da feminista mal-comida, o falso-poder de decidir sobre seu corpo e sua vida. E você ainda tem que pagar pra ler, pode isso?
Segue abaixo, pra dar um gostinho, um trecho da entrevista da Allison:
Como resultado da onda dos anos ’90, outras bandas de garotas surgiram. Até aqui no Brasil nós percebemos que uma banda que as influenciou foi o Bratmobile. Mas no seu caso, quem inspirou você? Acho que todos os artistas são também fãs dos que nos deram/dão inspiração para criar com o máximo de conhecimento apoiado naqueles que vieram antes de nós. Bandas como Bow Wow Wow, the Go Go´s, Joan Jett e os B52´s eram algumas das minhas primeiras inspirações como uma garota pensando sobre música. Eu era new wave antes de me tornar punk, então eu tinha acesso para conhecer aquelas bandas (que estavam em selos maiores), pegajoso/pop (catchy/pop), mas legal, energético e interessante, e na maioria das vezes um exemplo de garotas na frente e se divertindo. Mas quando eu me senti capaz de verdade de criar a minha própria música, eu extraí muito da minha inspiração da cena local que soava em Olympia, Washington. Bandas como Beat Happening, the Go Team, Calamity Jane, Viva Knievel (a primeira banda da Kathleen Hanna) e mais tarde o Bikini Kill nos encorajou a tocar e a trocar idéias, e eram bons exemplos locais de criatividade do “faça você mesmo” e ações comunitárias. Elas nos mostraram que todos podem ser criativos, que você não precisa ser um músico “profissional” para fazer algo interessante ou que valha a pena. Pessoas marginalizadas, mulheres, por exemplo, são geralmente apagadas da história, ou obscurecidas, então não era sempre fácil encontrar exemplos e inspirações femininas. Você realmente tinha que cavar. Então nos envolvemos mais em música, nós descobrimos bandas como the Slits, the Raincoats, X-Ray Spex, the Pandoras, the Vaselines, Matrimony, the Runaways, the Avengers… e a lista continua.
X! bonito demais, punk rock com um tiquinho assim de ... folk e arte contemporânea hehehehe. a banda é encabeçada pelo baixista e vocalista john doe e pela vocalista exene cervenka. e os vocais delxs combinam de um jeito muito especial; aliás o vocal e o visu dela foram bastante copiados. as letras, majoritariamente de exene tinham um quê de poesia e foram muitas vezes relacionadas a poetas da geração beat americana.
as letras das músicas que posto aqui falam, cada uma de um jeito, de violência sexual. johnny hit and run pauline é bem explícita e muito sinistrona. ouvi uma lendinha que diz que john doe tinha escrito a frase que dá título a música em algum lugar e exene escreveu a letra a partir dela. adult books parece falar de um sadismo associado ao sexo. prática sexual como prática de poder. pode ser apenas que eu esteja naquele esquema de ver a mesma coisa em todos os lugares. pode ser porque essa semana que passou lemos novamente o conto fantástico da alice walker chamado separando-se (melhor seria traduzir "coming apart" por gozando separadxs, mas ok) lá na matéria feminismos e teoria queer (aliás, no blog da matéria tem o conto pra baixar, se alguém quiser). esse texto é muito triste, é a introdução a um livro do take back the nights que contém artigos de mulheres negras feministas contra a pornografia. o conto, do jeito que leio, tem a ver com a emancipação erótica: sobre libertar nossa sexualidade de uma colonização pornográfica (que entre outras coisas tem a ver com gozar com o poder). enfim dá pano pra outro post...
dá pra baixar o primeiro disco delxs entitulado los angeles aqui!
as duas músicas que coloco vídeo e letra aqui constavam no single de 78. sendo que o vídeo de adult books é de uma reunião do X em 2009, se não me engano.
Adult Books
many many guys and girls all real beauties everybody making a stab they hurt themselves singles rule the world feeding on fresh blood one track eye below the belt
all in a line all in a line they're all in a line like adult books i don't understand jackie susann meant it that way
clifford shackles jane throws her on the floor she says, no, no, yes and he cuts the chains do plenty people go for tomata yes, but he just goes for that special girl who says, no
all in a line all in a line they're all in a line like adult books i don't understand jackie susann meant it that way
Johnny hit and run Paulene
He brought a sterilized hypo To shoot a sex machine drug He got 24 hours To shoot all Paulenes between the legs 96 tears through 24 hours Sex once every hour
Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene
L.A. bus doors open Kicking both doors open When it rested on 6th Street That's when he drug a girl inside He was spreading her legs And didn't understand dying He was still awake
Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene
When he was waking up Beside the bed He found clumps of hair The last Paulene wouldn't cooperate She wasn't what you'd call living really She was still awake
Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene Johnny hit and run Paulene
eu não sei de vocês, mas eu curto muito um avengers. eu não sei de vocês, mas eu curto muito paint it black dos stones. (pena que o embed foi retirado, mando o link, então) http://www.youtube.com/watch?v=uarX1MQhfOE
queridas, ontem me deram o toque que o link para baixar o conflict estava quebrado. era um link prum outro blog de downloads. fiquei nervosona, porque recentemente perdi muitos dos meus arquivos computadorísticos. e os mp3 do conflict tavam nessa leva. mas, felizmente achei os arquivos do conflict no 4shared do stay female fronted e editei a velha postagem. substitui o link das letras pelo link da demo. depois coloco as letras no meu 4shared e passo o link pra vocês.
vou verificar os links quebrados e correr atrás de colocar a maioria das coisas que estão redirecionadas no meu 4shared. assim evitamos problemas se os outros sites desandarem. beijos
oi queridas, faz tanto tempo que eu não posto nada. que vergonha. enfim, o blog não morreu. continuo, vagarosamente sempre.
resolvi postar uns vídeos/myspaces de umas bandas recentes.
do nordeste: skate pirata www.myspace.com/skatepunkpirata bom demais, um hardcore americano, na linha dum circle jerks, FU's e etc. tem uns garotos do vingança e uma mina cantando. muito bacana
do sul: eu matei pedro http://www.myspace.com/eumateipedro é uma banda só de meninas, coisa que é cada vez mais rara por ai. o som também é "old school" mas na acepção mais straight edge do termo (tem gente que acha ruim quando esse termo é usado nesse sentido, mas ok)
queridas, tem uma postagem que acho muito boa no good bad music for bad, bad times! e me surpreendi de nunca ter posto aqui, pra vocês baixarem. trata-se do no thanks. o no thanks é de 83 e putz, fenomenal hardcore cru, rápido, político e com um vocal muito especial mesmo. eu toquei algumas vezes no hermanas;
é. finalmente eu volto a postar. depois de um deserto de postagens. nesse meio tempo tenho lido um monte de coisa, estudado pra caramba. por isso esse novo post tem não discos, mas livros pra baixar (confesso que inspirada no blog feminista que já foi motivo de posts anteriores). achei, recentemente, alguns livros bacanas pra baixar no esquema piratão na rede. e passo a bola, afinal internet é isso ai, vamos coletivizar o saber, minha gente! hehehehe
os quatro primeiros são livros de importantes feministas estadunidenses: donna haraway (na foto com a cachorra), aquela do ciborgue manifesto, tem pensado cada vez mais no parentesco que seres humanos tem com máquinas e outros animais; joan scott é uma das teóricas de gênero mais conceituadas, sendo uma lenda no brasil hehehehe; bell hooks (na foto) é uma educadora e militante do movimento negro, pensadora interessantíssima, de escrita sucinta e instigante; de iris young eu conheço apenas o livro dela sobre políticas da diferença, então não vou arriscar uma definição (ainda mais que eu não li o livro que tá ai pra baixar ainda); os últimos dois livros são manuais de direção de leitura, ou de introdução ou conexão de um pensador com a teoria feminista que lhe comenta/critica, o primeiro dedicado a deleuze, com quem os feminismos tem tido uma relação de amor/ódio e o segundo a lacan, pensador bastante utilizado pelo chamado "feminismo francês". sobre as autoras, não conheço claire colebrook, baixei esse livro e comecei a ler, porque me interesso pela conexão entre feminismos, especialmente um feminismo da diferença, e deleuze (mesmo que não seja tarefa muito fácil unir essas duas coisas), já elizabeth grosz conheci via essa introdução ao pensamento de lacan, que achei muito bacana; depois li um livro dela sobre kristeva-irirgaray-le doeuff, muito bom por sinal. o bacana dela é que a escrita dela flui muito bem, você entende tranquilo o que ela quer passar. tô pra começar um livro dela que se chama volatile bodies, toward a corporeal feminism no qual deve ficar evidente, acredito, a influência de luce irigaray no seu pensamento.
Young, I. M. (2005). On female body experience: 'Throwing like a girl' and other essays. Oxford: Oxford University Press. http://www.mediafire.com/?dll31zi9zhs
tem sim!!! semana passada eu esqueci, mas essa semana o omega 3 não faltou (maldito veganismo) daqui a pouco. as 16h
que é hermanas? é o programa do e-zine soror (www.sororhardcore.blogspot.com) especializado em barulheira feministra. tocando bandas de hardcore de/com garotas existentes ou finadas todas as segundas de 16 às 17h.
quer ouvir o programa? acesse www.dissonante.org e clique no nome do programa, que aparecerá dentro do radinho, no lado direito. daí é só esperar que o seu player de audio executará o programa.
quer mandar material da sua banda, ou notícia, ou sugestões/críticas, etc? escreva para sororidade@gmail.com
o programa rolou tranquilo, mas com alguns problemas técnicos no começo. antes que o programa começasse ficamos ouvindo a coletânea: v/a my girlfriend was a punk (the stripes, tyranna, the questions)
pra começar: reaching hand- stick to your side makiladoras werk is religie
segundo bloco f-minus com as músicas spit at the truth e better to die
espaço "demo" desatualizado: disforme- independência e mulher
tamanho importa: nogwatt fear 7'' ep
bloco gravado no gravadorzinho de pilha dentro da mochila num estúdio de ensaio com péssima acústica: rutto- ei paluuta after the bomb- centuries of genocide life in fear
pra fechar: sin 34- american e live or die conflict- last hour e america's right
agora que eu coloco o set list aqui, vou tentar não repetir tanto as bandas que mais gosto hehehhe
oi queridas, o hermanas, programa de rádio-web desse nosso blogzinho marromeno mudou de dia. agora são todas as segundas-feiras (amanhã tem, viu?) as 16h. olha que primor. pra ouvir es muy facil basta entrar na hora do programa em www.dissonante.org e clicar no nome do programa e pronto.
o post de hoje é sobre um site, muito bacana e aberto a postagens anônimas, que é o clandestina; trata-se de uma página de relatos para romper o silêncio que circunda os casos de violência (física ou simbólica) sexista. lá você pode postar seus relatos, relatos de pessoas conhecidas, tudo anonimamente, se preferir. segundo as próprias clandestinas:
"clandestina é mais um espaço de quebrar o silêncio sobre a violência sexista que se manifesta em violência doméstica contra mulheres, lesbofobia, homofobia, transfobia y otras más"
e é muito simples postar lá, você clica em criar conteúdo e depois em relato; daí escreve seu relato e envia.
eu prometi colocar o herencia pra baixar, mas dando uma procura no google achei o arquivo já upado. então bora no esquema "abeira" postar quatro discos da banda:
bem vindas a soror,
um zine dedicado a falar sobre bandas de mulheres no hardcore.
leia sobre a idéia desse zine (o que é/ o que você acha aqui/ quem faz/como entrar em contato) aqui!
escreva pra mim: sororidade@gmail.com